a cura…

a tanto me deixei

morna, morta

a passar pela vida

hoje, pétala,

folha seca

galho retorcido

desaguada

inviva

do cerne estipado

da crua carne

incruenta ferida

ingloria

o natimorto amor

a busca pela cura

secura…

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2 Comentários »

  1. ninil Said:

    Estrutura coesa e nenhum espaço para supérfluas invasões. Parabéns!

  2. André Said:

    É engraçado… jamais eu associaria a Fernanda que eu conheci pessoalmente com esse texto que eu acabei de ler… é tão melancólico e cheio de agonia… Que paradoxo de personalidade!

    Sabe, acho que isso é bom. Gente muito normal ou que não te surpreenda deve ser muito chata.
    😉


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