piquininha…

e como crer-te, irrascível criatura oriunda do nada?

como amar-te ser gélido de divinas aspirações?

 a dizimar-me contradizo a sequência

a interromper-me introduzo o mérito

comoqualquando que se perdeu lucidez?

e onde é algoaquele lugar?

o muro de apoio desquebrando-se

e dele mentiras a jorrar

verdades inventadas renegadas

como raios de luz resfolegantes

aurora do dia que não virá

e tãoquequando a vi nas imagens

na janela  não podia ser outra

o mesmo “s” inconfundível

la meme histoire!

se defez, defenestra

 abril novamente

piquininha

dorme, agora

liberta

jaz!

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2 Comentários »

  1. ninil Said:

    Musicalidade “grandiosa”, mas sutil.

  2. Pato Said:

    metódico, racional, criterioso… mas volátil, passional, comburente…

    teu poema se corta com a tua poesia e a tua poesia se contrai no poema… subjetos saem de forma sutil, mas forte…

    ficou muito bom…


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